Domingo, 18 de Setembro de 2011

O Marxismo de István Mészáros

Extraído: Revista Sociologia

Portal Ciência e Vida 

Disponível em: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/ESSO/Edicoes/36/o-marxismo-de-istvan-meszaros-o-filosofo-hungaro-discute-226641-1.asp

 

Entrevista

O Marxismo de István Mészáros

O filósofo húngaro discute a crise estrutural do capital e as possibilidades de emergência de uma sociedade alternativa

por Maysa Rodrigues Fotos: Ana Yumi Kajiki

 

Maysa Rodrigues é jornalista e colaborou com esta publicação maysa.ccr@gmail.com

Considerado um dos principais pensadores mar­xistas da atualidade, István Mészáros esteve no Brasil em junho. Quatro capitais brasilei­ras (São Paulo, Salvador, Fortaleza e Rio de Ja­neiro) receberam o professor emérito de Filosofia da Uni­versidade de Sussex, que apresentou a conferência Crise estrutural necessita de mudança estrutural. As palestras fizeram parte do evento de lançamento de dois novos li­vros do autor no País: István Mészáros e os desafios do tempo histórico e Estrutura social e formas de consciência. Durante as conferências, o marxista húngaro defen­deu que a crise econômica mundial iniciada em 2007, com a explosão da bolha imobiliária nos Estados Uni­dos, e que assolou o mundo em 2008, muito além de algo pontual, estaria associada a uma tensão estrutural do capitalismo, que necessita de respostas com a mesma abrangência, se a humanidade desejar superar as inú­meras ameaças à sua existência - como as armas de destruição em massa e o impacto destrutivo do capita­lismo sobre a ecologia. Na entrevista que segue, o filósofo desenvolve a sua crítica e argumenta que, apesar das experiências históricas negativas, o futuro da humanidade estaria no socialismo. Porém, admite a dificuldade na transformação que exigiria uma erradicação completa daquilo que chama de sistema metabólico do capital.

EM PARA ALÉM DO CAPITAL, O SENHOR PROPÕE UMA DISTINÇÃO ENTRE CAPITALISMO E CAPITAL, DE FORMA QUE O SEGUNDO PODERIA SE MANTER AINDA QUE HOUVESSE UMA REVOLUÇÃO QUE ACABASSE COM O ESTADO CAPITALISTA. COMO COMPREENDER ESSA DISTINÇÃO? E COMO SERIA POSSÍVEL A CRIAÇÃO DE UM MODO DE PRODUÇÃO VERDADEIRAMENTE LIVRE DO CAPITAL?

Marx chamou seu trabalho "capital" e não "capitalismo" por uma boa razão: "capital" é uma categoria histórica dinâmica e a força social a ela correspondente aparece vários séculos antes da formação social do "capitalismo". Era de interesse de Marx aprender as especificidades históricas das várias formas do capital e suas transições de uma a outra, até chegar (e não se limitar) ao capital industrial que se tornaria a força dominante do metabolismo socioeconômico e definiria a fase clássica da formação capitalista.

Ir  para além do capital  significa superar o modo de controle do capital como sistema orgânico: uma tarefa só possível como empreendimento global. É impossível simplesmente "abolir" o capital. O projeto socialista, porém, parte da premissa de que há uma alternativa ao capitalismo. Define as condições de criação dessa alternativa como uma forma de ação em que o momento de negação adquire seu significado pelos objetivos positivos que acarreta. De modo que, citando Marx, os indivíduos associados ao projeto socialista podem mudar totalmente as condições de sua existência industrial e política e, consequentemente, toda a sua maneira de ser. Também a ofensiva socialista não pode ser levada à sua conclusão positiva, a menos que a política radical tenha êxito em prolongar seu momento e seja capaz de instaurar as políticas requeridas pela magnitude de suas tarefas.

O único caminho, entretanto, no qual o momento histórico da política radical pode ser prolongado e estendido - sem recorrer a soluções ditatoriais - é fundir o poder de tomada de decisão política com a base social da qual ele foi alienado durante tanto tempo, criando, por esse meio, um novo modo de ação política e uma nova estrutura - determinada genuinamente pela massa - de intercâmbios socioeconômicos e políticos.

Os associados ao projeto socialista podem mudar as condições de sua existência política. A ofensiva socialista não pode ser levada à sua conclusão positiva, a menos que a política radical tenha êxito em prolongar seu momento e seja capaz de instaurar as políticas requeridas pela magnitude de suas tarefas

ESSA PERSPECTIVA TRAZ PROBLEMAS...

Sim, mas a transformação social prevista pela visão marxista deve ser capaz de avaliar as dificuldades inerentes à própria magnitude das tarefas a serem realizadas, como também enfrentar as contingências sócio-históricas mutáveis e inevitáveis, reexaminando as proposições básicas da teoria original e, se necessário, adaptando às novas circunstâncias.

* Novos livros » A obra István Mészáros e os desafios do tempo histórico é uma coletânea lançada pela editora Boitempo. Organizada por Ivana Jinkings e Rodrigo Nobile, a obra reúne ensaios de intelectuais brasileiros e estrangeiros sobre os principais escritos do filósofo húngaro. Outro recente lançamento de autoria de Mészáros é o segundo volume de Estrutura social e formas de consciência, uma análise do "poder coercitivo" que as determinações sociais exercem sobre o método científico das diferentes teorias do conhecimento, no período histórico de regência do capital.

 

NO MESMO LIVRO, O SENHOR EXAMINA O CAPITALISMO NO CONTEXTO ATUAL. QUAIS SÃO AS SUAS ESPECIFICIDADES EM RELAÇÃO À SOCIEDADE ANALISADA POR MARX?

Em várias ocasiões, argumentei, mas não realcei suficientemente, que o objeto da crítica de Marx não era o capitalismo, mas o capital. Ele não estava preocupado em demonstrar as deficiências da produção capitalista, mas imbuído da grande tarefa histórica de livrar a humanidade das condições sobre as quais a satisfação das necessidades humanas deve ser subordinada à "produção do capital". Ou seja, livrar a humanidade das condições desumanizadoras sobre as quais ganham legitimidade apenas aqueles valores de uso, não importa quão desesperadamente necessários, que possam caber na camisa de força dos valores de troca lucrativamente produzidos pelo sistema.

Em termos históricos, podemos identificar conjuntos de determinações que permanecem incorporadas à constituição estrutural do sistema do capital, como se fossem "camadas geológicas" ou "arqueológicas". Cronologicamente, a mais recente pertence à fase capitalista do desenvolvimento, que se estendeu apenas pelos últimos 400 anos. Temos o capitalismo porque o capital se impôs, com sua força, o seu poder econômico.

O pós-capitalista não pode ser caracterizado como produção generalizada de mercadorias, que extrai o trabalho excedente e o regula por meios econômicos, por sua conversão em mais-valia e acumulação de capital. É por isso que Gorbachev e seus seguidores tiveram de restaurar o capitalismo a fim de instituir sua quimera de "socialismo de mercado"

As especificidades de nosso tempo, citadas em meus livros, diferem das circunstâncias históricas em que Marx se encontrava, mas ambas se inscrevem no sistema do capital. Por exemplo, o sistema pós-capitalista (o tipo soviético de reprodução social) não pode ser caracterizado como produção generalizada de mercadorias, que extrai o trabalho excedente e o regula por meios econômicos, por sua conversão em mais-valia e acumulação de capital. É por isso que Gorbachev* e seus seguidores tiveram de restaurar o capitalismo a fim de instituir sua quimera de "socialismo de mercado", o que obviamente não deu em nada. Sob o sistema do capital pós-capitalista a dominação do capital sobre o trabalho continua sob a forma de extração do trabalho excedente pela via política, por meio de um órgão hierarquicamente distinto, e não por sua extração econômica e conversão em valor excedente a ser atribuída pelas "personificações do capital econômico" e do mercado (a famosa "mão invisível" de Adam Smith).

A dramática crise financeira que experimentamos nos últimos três anos é apenas um aspecto da trifurcada destrutibilidade do sistema de capital. Em primeiro lugar na esfera militar, com as intermináveis guerras do capital desde o começo do imperialismo monopolista nas décadas finais do século XIX

Os países capitalistas avançados são os mais destrutivos e em muitos aspectos nos trazem de volta à condição da barbárie. A tendência é sempre resolver os problemas com guerras e destruições. Na Primeira Guerra, os aliados saíram vitoriosos, mas criaram Hitler. Além disso, a tendência do "capitalismo avançado" é a metamorfose de sua fase do pós-guerra caracterizada pelo "Estado do bem-estar" (com sua ideologia de "benefícios universais de previdência" e a concomitante rejeição da "avaliação da rentabilidade"), em sua nova realidade de "previdência social dirigida": a designação atual da avaliação da rentabilidade, com suas cínicas pretensões de "eficiência econômica" e "racionalidade", adotadas até pelo antigo adversário social-democrata sob o slogan de "novo realismo".

O SENHOR TAMBÉM FALA EM UM "METABOLISMO DO CAPITAL". COMO COMPREENDER A SOCIEDADE CAPITALISTA A PARTIR DESSA METÁFORA ORGÂNICA?

O  sistema de sociometabolismo do capital  é  o complexo caracterizado pela divisão hierárquica do trabalho, que subordina suas funções vitais ao capital. O capitalismo é uma das formas possíveis da realização do capital, uma de suas variantes históricas, presente na fase caracterizada pela generalização da subsunção real do trabalho ao capital, que Marx denominava como capitalismo pleno. Assim como existia capital antes da generalização do capitalismo (de que são exemplos o capital mercantil, o capital usurário, etc.), as formas recentes de sociometabolismo permitem constatar a continuidade do capital mesmo após o capitalismo, por meio da constituição daquilo que eu chamo de "sistema de capital pós-capitalista", de que foram exemplos a URSS e demais países do Leste Europeu. Esses países pós-capitalistas não conseguiram romper com o sistema de metabolismo do capital e a identificação conceitual entre capital e capitalismo fez que  todas  as experiências revolucionárias vivenciadas no século  XX se mostrassem incapacitadas para superar  esse  sistema. Mas eu não me incluo entre os que se conformaram com essa fukuyamização pseudo-hegeliana que é a máxima do fim da história.

* Gorbachev »  As tentativas de reforma econômicas e mudanças políticas do governo de Gorbachev levaram a cabo a Guerra Fria, que tem como principal característica a disputa entre o capitalismo, representado pelos EUA e o socialismo, adotado pela URSS. Porém esta é uma forma simplista de explicar este momento histórico. A União Soviética possuía um sistema socialista, baseado na economia planificada e partido único. Mesmo sem este objetivo, o então presidente, terminou com o poderio do Partido Comunista no País, o que influenciou a dissolução da União Soviética.

 

EM SUA VISITA AO BRASIL, O SENHOR TEM DEFENDIDO QUE A CRISE ECONÔMICA QUE TEVE ORIGEM NOS ESTADOS UNIDOS ESTÁ ASSOCIADA A ALGO ESTRUTURAL DO CAPITALISMO. NESSE SENTIDO, QUAL É O FUTURO DA HUMANIDADE DIANTE DESSAS CRISES ESTRUTURAIS CADA VEZ MAIS FORTES?

Acredito que o socialismo é, sim, o nosso futuro. Porque o sistema que nós temos hoje está de fato destruindo a humanidade, destruindo a natureza, destruindo os recursos naturais. Porque se baseia no crescimento a todo custo e a todo preço. Entretanto, como penosas experiências históricas nos ensinaram, nosso problema não é simplesmente "a derrota do capitalismo". Mesmo à medida que esse objetivo possa ser atingido, com certeza será apenas uma realização instável, porque tudo o que pode ser destruído pode também ser restaurado. A verdadeira - e muito mais difícil - questão é a necessidade de mudança estrutural radical.   O sentido palpável de tal mudança estrutural é a completa erradicação do próprio capital do processo sociometabólico.

O capital em si mesmo é um modo geral de controle; o que significa que ele ou controla tudo ou implode como um sistema de controle reprodutivo da sociedade. Consequentemente, o capital não pode ser controlado em alguns de seus aspectos, deixando de lado os demais. Todas as tentativas de medidas e modalidades para "controlar" as várias funções do capital em uma base duradoura falharam no passado. Tendo em vista sua falta de controle estruturalmente arraigada, o capital deve ser completamente erradicado. Este é o significado central do trabalho de toda a vida de Marx.

Em nossos dias, a questão do controle - por meio da instituição de mudança estrutural em resposta ao aprofundamento de nossa crise estrutural - está se tornando urgente não apenas no setor financeiro, devido ao desperdício de trilhões de dólares, mas em todo lugar.

A dramática crise financeira que experimentamos nos últimos três anos é apenas um aspecto da trifurcada destrutibilidade do sistema de capital. Em primeiro lugar na esfera militar, com as intermináveis guerras do capital desde o começo do imperialismo monopolista nas décadas finais do século XIX, e suas mais devastadoras armas de destruição em massa nos últimos 60 anos; em segundo na intensificação, pelo óbvio impacto destrutivo do capital na ecologia, afetando diretamente e já colocando em risco o fundamento natural elementar da própria existência humana; e, em terceiro,   no domínio da produção material e do desperdício cada vez maior, devido ao avanço da "produção destrutiva", em lugar da outrora louvada "destruição criativa" ou "produtiva". Esses são os graves problemas sistêmicos de nossa crise estrutural que só podem ser solucionados por uma completa mudança estrutural.

Os países capitalistas avançados são os mais destrutivos e em muitos aspectos nos trazem de volta à condição da barbárie. A tendência é sempre resolver os problemas com guerras e destruições. Na Primeira Guerra, os aliados saíram vitoriosos, mas criaram Hitler

COMO SE DARIAM ESSAS MUDANÇAS ESTRUTURAIS E QUAL ESTRUTURA SOCIAL O SENHOR VISLUMBRA A PARTIR DELAS?

O imperativo de se ir para além do capital como controle sociometabólico, com suas dificuldades quase proibitivas, é a condição compartilhada pela humanidade como um todo, pois o sistema do capital, por sua própria natureza, é um modo de controle global e universalista que não pode ser historicamente superado, exceto por uma alternativa sociometabólica igualmente abrangente. Assim, toda tentativa de superar os limites de um estágio historicamente determinado do capitalismo - nos parâmetros estruturais necessariamente orientados para a expansão e propensos à crise do sistema do capital - está destinada mais cedo ou mais tarde ao fracasso, independentemente de quanto sejam "avançados" ou "subdesenvolvidos" os países que tentarem fazê-lo. A ideia de que, uma vez que a relação de forças entre os países capitalistas e os pós-capitalistas tenha mudado em favor dos últimos, a via da humanidade para o socialismo será uma jornada tranquila é, na melhor das hipóteses, ingênua.

Pode-se avaliar a magnitude das dificuldades a serem superadas ao nos lembrarmos da maneira como o processo de produção foi sendo constituído durante um período muito longo, bem antes da emergência e do triunfo do capitalismo. A transformação radical necessária para o bom funcionamento de um processo sociometabólico baseado numa verdadeira igualdade envolve a superação da força negativa das estruturas hierárquicas discriminatórias e das correspondentes relações interpessoais da "economia individual" iniciada há milhares de anos.

O sistema que nós temos hoje está de fato destruindo a humanidade, destruindo a natureza, destruindo os recursos naturais, porque se baseia no crescimento a todo custo e a todo preço. Entretanto, como penosas experiências históricas nos ensinaram, nosso problema não é simplesmente "a derrota do capitalismo"

O QUE ISSO SIGNIFICA?

Significa avançar radicalmente para além do capital, ou não chegar absolutamente a lugar algum, como na verdade aconteceu - tanto com o socialismo democrático do Estado de bem-estar social do capitalismo ocidental como com todas as reformas permitidas pelas determinações autoritárias do sistema do capital pós-capitalista. Como a história trágica da era Stalin, as quatro longas décadas subsequentes demonstraram conclusivamente que as personificações do capital poderiam trocar de pele, mas não poderiam eliminar os antagonismos do sistema do capital, nem remover os dilemas que confrontavam o trabalho. Nem a desintegração dos partidos social-democratas e comunistas poderia realmente resolver a crise estrutural do "capitalismo avançado". Apesar das falsas aparências em contrário, hoje mais do que nunca, a dura alternativa de Marx confronta o trabalho como o antagonista estrutural do capital, clamando pela rearticulação radical do movimento socialista que, em suas formas conhecidas de articulação defensiva, não pode corresponder à magnitude do desafio histórico.

Assim, a chave para que ocorram mudanças significativas na complexidade da reprodução sociometabólica é a superação radical da determinação antagônica e conflitante do processo de trabalho, tanto se tivermos em mente a extração de trabalho excedente primordialmente econômica do capitalismo como a forma politicamente dirigida do pós-capitalismo. Nenhum socialista poderia nem desejaria defender o estabelecimento de uma ordem sociometabólica que não satisfizesse as necessidades dos indivíduos como resultado da abordagem simplista das tarefas e dificuldades encontradas.

Tenho esperança na transformação radical de um sistema autossuficiente de poder político que controla o todo da sociedade em um órgão autossuperável, que transfira completamente as múltiplas funções de controle político para o próprio corpo social, permitindo, assim, a emergência daquela livre associação de homens e mulheres sem a qual o processo vital da sociedade permanece sob a dominação de forças estranhas.

Tendo em vista sua falta de controle estruturalmente arraigada, o capital deve ser completamente erradicado. Este é o significado central do trabalho de toda a vida de Marx. Em nossos dias, a questão do controle está se tornando urgente

AINDA SOBRE A CRISE, O BRASIL FOI BASTANTE ELOGIADO POR CONTA DAS MEDIDAS TOMADAS PARA COMBATÊ-LA. COMO COMPREENDER A POSITIVA SITUAÇÃO BRASILEIRA EM MEIO À CRISE ESTRUTURAL DO CAPITALISMO?

Apesar de não ter um conhecimento profundo sobre a realidade brasileira, minha percepção é que esses programas de distribuição de renda estão ajudando as pessoas que vivem na miséria a saírem dessa situação. Isso é positivo e necessário, mas, sozinhos, não vão resolver os problemas. O Brasil não está imune aos problemas estruturais que enfatizei anteriormente.

Acredito, sim, que a América Latina é, hoje, uma das regiões onde se tem mais esperança, porque as pessoas estão tomando o controle das decisões, assumindo responsabilidades. A exploração da esmagadora maioria das pessoas por poucos não é mais aceita como era antes, as pessoas estão se transformando. É necessário criar uma sociedade da igualdade substancial, com participação nos processos de decisão, com nossas decisões sobre o que queremos fazer para tornar nossas realizações mais justas. No socialismo, você não aceita uma minoria que controla a política e a economia tomando todas as decisões. Para mudar isso será preciso uma cooperação das pessoas pelo mundo. Também será preciso criar empreendimentos cooperativos, construir uma base para a sociedade do futuro e adaptá-la ao melhor uso dos recursos, até mesmo naturais.

* Socialismo » Diferente do capitalismo, que tem como caracteristica as desigualdades sociais, no socialismo, o objetivo é a distribuição equilibrada de riquezas, na busca da justiça social. Porém, não é uma filosofia concreta da doutrina fixa e possui, em sua teoria muitas vezes antagônica com ramos opostos entre si.


 

 

 

 

publicado por jondisonrodrigues às 23:52

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